Lixo espacial ou "Satellite" Extraterrestre, o "Black Knight", como é chamado hoje, tem sido assunto de muitos debates. Este "satélite artificial" tem causado grande interesse da mídia desde o final dos anos 50, e tornou-se um dos mais falados objetos no espaço. Primeiro, pensaram se tratar de satélite espião russo, e assim o Black Knight tomou conta do interesse de milhões de pessoas em todo o mundo. A história diz que ele está lá em cima agora, e tem estado lá há 13 mil anos. Como tantas histórias de fenômenos estranhos, a lenda do satélite negro começa com Nicola Tesla. Dizem que ele teria pego um sinal de rádio em 1899, no qual acreditava que estava vindo do espaço, e disse isso publicamente em uma conferência.
Na década de 1920, os operadores de rádio amadores foram capazes de receber esse mesmo sinal. Em 1960, tanto os Estados Unidos e a União Soviética tinha hardware em órbita. Mas em 11 de fevereiro de 1960, os jornais do mundo relataram uma notícia alarmante: que alguém tinha algo em órbita. Uma tela de radar, projetada pela Marinha dos EUA para detectar satélites espiões inimigos, algo foi registrado. Ele descreveu o objeto como algo escuro. Não era dos americanos e nem dos soviéticos. O que é o Black Knight? Um satélite extraterrestre enviado à Terra para estudar a raça humana? Uma tentativa para se comunicar com a raça humana?
Alguma tomadas do Black Knight
Uma coisa é certa, O Black Knight permanece como um dos objetos mais misteriosos a orbitar nosso planeta.
Um Krampus,
companheiro de S.Nicolau na época Natalícia. Em vez de dar prendas, este
ser mitológico castiga as crianças malcomportadas
No seu Livro dos Danados de 1919, Charles Fort
reavivou o interesse num enigma supostamente paranormal, o qual ocorreu
em 1855, no condado inglês de Devon. Este enigma veio a ficar conhecido
como As Pegadas do Diabo e é também uma das histórias que me
lembro com particular clareza de ter lido na minha infância, no
capítulo dedicado ao paranormal, do livro das Selecções do Reader's
Digest, O Grande Livro do Maravilhoso e do Fantástico.
E de
que trata este enigma? Ao que parece, na noite de 8 para 9 de Fevereiro
de 1855, num dos Invernos mais frios de que havia memória, os habitantes
do condado de Devonacordaram
para um cenário no mínimo bizarro. Um rastro de pegadas de um animal
com cascos, estendia-se por várias milhas. Foram avistadas em mais de 30
localidades diferentes, de tal forma que, assumindo que as marcas foram
feitas por uma única criatura, a mesma teria de ter percorrido uma
distância calculada entre 65 a 160 quilómetros numa única noite. Para
além da extensão, outras singularidades acompanhavam as pegadas.
Desenho feito por uma das testemunhas do evento, publicada pelo The Illustrated London News, em 24 de Fevereiro de 1855. Fonte:Wikipedia
As mesmas pareciam ter sido feitas por uma criatura bípede e não quadrúpede, como
seria de esperar se fosse um animal. Para além disso, as marcas
formavam quase uma linha única, em vez de surgirem alternadamente à
direita e à esquerda. E para acrescentar ainda mais ao mistério, as
pegadas pareciam por vezes descrever padrões impossíveis. Acabavam junto
de muros altíssimos, de montes de feno, e apareciam do outro lado dos
mesmos, como se a criatura tivesse simplesmente pulado sobre eles.
Apareciam do nada no meio dos campos e terminavam abruptamente, dando a
entender que o autor das pegadas tinha simplesmente pousado e em seguida
levantado voo. Foram também reportadas várias pegadas em cima de telhados e nos parapeitos de janelas.
Como é óbvio, não tardou muito para
que as pessoas atribuíssem as pegadas ao próprio Diabo. Mas será que o
anjo caído andou mesmo pelos campos de Devon? Vamos
começar por tentar perceber se existem ainda fontes diretas do
fenómeno, ou seja, manuscritos originais ou outros documentos
pertencentes a testemunhas presenciais.
Igreja paroquial de Clyst St. George
A bonita igreja paroquial de Clyst
St. George teve como reitor o Reverendo Henry Thomas Ellacombe, um
campanólogo de elevado mérito e também um reconhecido botânico. Diz-se
inclusivamente que nos jardins da reitoria, o fantasma do Reverendo com a
sua longa batina preta, ainda é por vezes avistado vagueando por entre
as suas plantas... Menciono o Reverendo Ellacombe, porque a ele pertencem os únicos documentos originais e contemporâneos do enigma das Pegadas do Diabo.
São constituídos por cartas, desenhos das marcas, menções a relatos de
testemunhas e mesmo algumas observações curiosas feitas pelo reverendo,
como por exemplo quando afirma que o seu cão ladrou continuamente na
noite em que apareceram as supostas pegadas sobrenaturais. Para além
destes documentos, as restantes fontes em primeira mão dos
acontecimentos, resumem-se às cartas remetidas por testemunhas ao Illustrated London News, e publicadas na íntegra.
Permitam-me desde já que vos indique
a melhor fonte de informação existente na Internet sobre este enigma
ocorrido em Devon, há mais de 150 anos. Trata-se de um trabalho
fantástico, elaborado pelo historiador Mike Dash, e cujo download integral em formato PDF pode ser feito neste link.
Aproveitem enquanto o link existe, pois garanto-vos que não irão
encontrar nada tão completo como este trabalho, cujo título é The Devil's Hoofmarks - Source Material on The Great Devon Mystery of 1855.
Para além de reproduzir na íntegra todos os artigos que surgiram nos
jornais da época, reproduz também alguns dos desenhos e documentos que
estavam em poder do Reverendo Ellacombe.
Mosaico do Séc. II ou III A.C, encontrado em Caesaraugusta, atual cidade de Zaragoza, retratando os deuses Pan e Eros - Fonte:Wikipedia
A que conclusões chegou Mike Dash? O
mesmo analisou a história, dividindo-a nos seus aspectos mais marcantes
e analisando cada um deles com rigor. Depois investigou a fundo se as
seguintes características da história eram ou não verdade:
As pegadas estavam realmente espalhadas por todo o condado de Devon? As pegadas foram mesmo encontradas em locais e condições estranhas? As
pegadas eram todas semelhantes? As pegadas estavam bem definidas? Todos
os animais domésticos reagiram ao fenómeno? E por fim, as pegadas eram
na realidade únicas e nunca antes vistas?
Entre outras coisas, Mike Dash
conclui que as pegadas não eram iguais em tamanho, não apareceram todas
no curso de uma só noite e não formavam uma única linha reta que
atravessava todo o condado de Devon. Acima de tudo, mostra com forte
evidência documental, como esta história foi alterada, copiada e
embelezada ao longo dos tempos, afastando-a imenso daquilo que são os
poucos relatos das testemunhas originais. Apesar de tudo, Mike Dash não
tira uma conclusão definitiva sobre a origem do fenómeno. Aliás, como o
poderia fazer mais de 150 anos depois? Foram entretanto propostas mil e
uma teorias, todas elas fora do âmbito do paranormal. Ratos, pássaros,
texugos, cangurus, balões, conspirações, etc. E a sua teoria, qual é?
De acordo com o Daily Mail,
uma cidade fantasma simplesmente surgiu do nada sobre o rio Xinan que
corta a cidade Huanshan, no leste da China, surpreendendo os moradores
locais. Segundo a publicação, a cidade surgiu ao anoitecer, depois de
fortes chuvas e condições climáticas muito úmidas.
Testemunhas
afirmaram que árvores, montanhas e diversos edifícios simplesmente
surgiram através da névoa que pairava sobre o rio, e especialistas que
visitaram o local comprovaram que realmente não existia nada no local
onde a cidade flutuante foi avistada.
As explicações:
Normalmente, as imagens formadas pelas miragens são pouco
definidas, portanto, as que foram vistas na China são, provavelmente, as
mais nítidas já registradas. O vídeo que você pode ver abaixo foi
capturado pelos moradores locais, e alguns, inclusive, chegaram a
sugerir que a miragem possa se tratar de uma espécie de portal para uma
civilização perdida e até mesmo de um breve vislumbre de outras
dimensões ou universos paralelos.
Manuscrito Voynich é um misterioso livro ilustrado com um conteúdo incompreensível. Imagina-se que tenha sido escrito há aproximadamente 600 anos por um autor desconhecido que se utilizou de um sistema de escrita não-identificado e uma linguagem ininteligível. É conhecido como "o livro que ninguém consegue ler". Ao longo de sua existência registrada, o manuscrito Voynich tem sido objeto de intenso estudo por parte de muitos criptógrafos amadores e profissionais, incluindo alguns dos maiores decifradores norte-americanos e britânicos ao tempo da Segunda Guerra Mundial (todos os quais falharam em decifrar uma única palavra). Esta sucessão de falhas transformou o manuscrito Voynich num tema famoso da história da criptografia, mas também contribuiu para lhe atribuir a teoria de ser simplesmente um embuste muito bem tramado – uma sequência arbitrária de símbolos. A teoria hoje mais aceita é de que o manuscrito tenha sido criado como arte no século XVI como uma fraude. O fraudador teria sido o mago, astrólogo e falsário inglês Edward Kelley com ajuda do filósofo John Dee para enganar Rodolfo II da Germânia (do Sacro Império Romano-Germânico). Foi datado por carbono como se fosse do começo do século 15 (1400). Segundo a datação Kelley não poderia ter escrito ele pois nasceu meio século depois. Vendo torres que se assemelham a uma cidade há uma teoria que diz que foi escrito no norte da Itália. O livro ganhou o nome do livreiro polaco-estadunidense Wilfrid M. Voynich, que o comprou em 1912. A partir de 2005, o manuscrito Voynich passou a ser o item MS 408 na Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale. A primeira edição fac-símile foi publicada em 2005 (Le Code Voynich), com uma curta apresentação em francês do editor, Jean-Claude Gawsewitch, ISBN 2350130223.
O volume, escrito em pergaminho de vitelo, é relativamente pequeno: 16 cm de largura, 22 de altura, 4 de espessura. São 122 folhas, num total de 204 páginas. Estudos consideram que o original teria 272 páginas em 17 conjuntos de 16 páginas cada, outros falam em 116 folhas originais, tendo 1 se perdido. Percebe-se, pelos espaços ao final direito das linhas, que o texto é escrito da esquerda para a direita, sem pontuação. Análise grafológica mostra uma boa fluência. No total são cerca de 170 mil caracteres, 20 a 30 letras se repetem, umas 12 aparecem só 1 ou 2 vezes. Os espaços indicam haver 35 mil palavras; os caracteres têm boa distribuição quantitativa e de posição, alguns podem se repetir (2 e 3 vezes), outros não, alguns só aparecem no início de palavras, outros só no fim; análises estatísticas (análise de frequência de letras) dão ideia de uma língua natural, europeia, algo como inglês ou línguas românicas. Conforme o linguista Jacques Guy, a aparente estrutura do texto indica semelhanças com línguas da Ásia do Sul e Central, sendo talvez uma Língua tonal, algo como línguas Sino-tibetanas, Austro-asiáticas ou Tai. Conforme datação por Carbono 14 feita pela Universidade do Arizona, o pergaminho data do início do século XV1 ; Conforme aanálise do “Mc.Crone Research Institut” a tinta é da mesma época, embora as cores dos desenhos sejam posteriores. Nas páginas finais aparecem anotações mais recentes feitas em letras latinas nas formas de alfabetos europeus do século XV.
Documentario da history channel:
O manuscrito Voynich deve sua denominação a Wilfrid Michael Voynich, um americano de ascendência polonesa, mercador de livros, que adquiriu o livro no colégio Jesuíta de Villa Mondragone, em Frascati, em 1912, através de padre jesuíta Giuseppe (Joseph) Strickland (1864-1915). Os Jesuítas precisavam de fundos para restaurar a vila e venderam a Voynich 30 volumes da sua biblioteca, que era formada por volumes do Colégio Romano que tinham sido transportados ao colégio de Mondragone junto com a biblioteca geral dos Jesuítas, para evitar sua expropriação pelo novo Reino de Itália. Entre esses livros estava o misterioso manuscrito. Com o livro, Voynich encontrou uma carta de Johannes Marcus Marci (1595-1667), reitor da Universidade de Praga e médico real de Rodolfo II da Germânia, com a qual enviava o livro a Roma, ao amigo polígrafo Athanasius Kircher para que o decifrasse. Na carta, que ostenta no cabeçalho Praga, 19 de agosto de 1665 (ou 1666), Marci declarava ter herdado o manuscrito medieval de um amigo seu (conforme revelaram pesquisas, era um muito conhecido alquimista de nome Georg Baresch), e que seu dono anterior, o Imperador Rodolfo II do Sacro Império Romano, o adquirira por 600 Ducados, cifra muito elevada, acreditando que se tratasse de algo escrito por Roger Bacon. Voynich afirmou que o livro continha pequenas anotações em Grego antigo e datou o mesmo do século XIII. A definição da data do pergaminho ainda é controversa, mas é possível situar a elaboração do texto no final do século XVII: uma análise por radiação infravermelha revela a presença de uma assinatura sucessivamente apagada: Jacobi a Tepenece, na época Jacobus Horcicki, morto em 1622 e principal alquimista a serviço de Rodolfo II do Sacro Império. Como “Jacobi” recebeu o título de Tepenece em 1608, isso prova não ser confiável a informação da aquisição do manuscrito antes disso. Além disso, uma das plantas representadas em desenho na Seção "Botânica" é quase idêntica ao girassol, que somente passou a existir na Europa depois do Descobrimento da América, o que leva o manuscrito a ser posterior a 1492.
Wilfrid Voynich
Muitos, ao longo do tempo, e principalmente em tempos mais recentes, tentaram decifrar a escrita e a língua desconhecidas do manuscrito Voynich. O primeiro a ter afirmado que decifrara a escrita foi William Newbold, professor de filosofia medieval na Universidade da Pensilvânia. Em 1921 publicou um artigo no qual apresentava um proceder complexo e arbitrário pelo qual decifrara o texto. O texto como visível, segundo ele, não tinha significado, o verdadeiro conteúdo seria um subtexto micro-grafado, com marcas mínúsculas ocultas nos caracteres maiores. O texto real era escrito em Latim, camuflado nas marcas quase invisíveis, sendo obra de Roger Bacon. A conclusão que Newbold tirou de sua tradução dizia que já no final da Idade Média seriam conhecidas noções de Astrofísica de Biologia molecular. Nos anos 40, os criptógrafos Joseph Martin Feely e Leonell C. Strong aplicaram ao documento um outro sistema de decifração, tentando encontrar carateres latinos nos espaços claros, brancos. A tentativa apresentou resultados sem significado. O manuscrito foi o único a resistir às análises dos “experts” de criptografia da marinha americana que ao fim da guerra estudaram e analisaram alguns antigos códigos cifrados para testar os novos sistemas de codificação. J.M. Feely publicou uma dedução no livro “Roger Bacon's Cipher: The Right Key Found" no qual, mais uma vez, volta-se a atribuir a Bacon a paternidade do livro misterioso.Em 1945 o professor William F. Friedman constituiu em Washington um grupo de estudiosos, o “First Voynich Manuscript Study Group (FSG)”. A opção foi por uma abordagem mais metódica e objetiva, a qual levou à percepção a grande repetição de “palavras” em alguns trechos no texto do manuscrito. No entanto, independente da opinião formada ao longo dos anos quanto ao caráter artificial da tal linguagem, na prática, a busca terminou em impasse: de fato não serviu para transpor os caracteres em sinais convencionais, o que serviria de ponto de partida para qualquer análise posterior.O professor Robert Brumbaugh, docente de filosofia medieval de Yale, e o cientista Gordon Rugg, na sequência de pesquisas linguísticas, assumiram a teoria que veria o Voynich como um simples expediente fraudulento, visando a desfrutar, na época, do sucesso que obtinham as obras de natureza esotéricas junto às cortes europeias. Em 1978 o filólogo diletante John Stojko acreditou ter reconhecido a língua, declarando que se tratava do ucraniano com as vogais removidas. A tal tradução, no entanto, apesar de apresentar alguns passos num sentido aparentemente lógico (Ex.: O Vazio é aquilo pelo qual combate o "Olho do Pequeno Deus") não correspondia aos desenhos. Em 1987 o físico Leo Levitov atribuiu o texto ao povo Cátaro, pensando ter interpretado o texto como uma mistura de diversas línguas medievais da Europa Central. O texto, porém, não correspondia à cultura cátara e a tradução não fazia muito sentido. O estudo mais significativo nessa matéria hoje é aquele feito em 1976 por William Ralph Bennett, que aplicou estudos de casuística e estatística de letras e palavras do texto, colocando em foco não somente a repetição, mas também a simplicidade léxica e a baixíssima Entropia da informação. A linguagem contida no Voynich não somente teria um vocabulário muito limitado, mas também uma basicidade linguística encontrada somente na Língua havaiana. O fato de que as mesmas “sílabas” e ainda palavras inteiras venham repetidas mostra algo que parece uma zombaria relacionada a uma visão mais complacente, inconscientemente, mas não deliberadamente enigmático. O alfabeto utilizado, além de não ter sido ainda decifrado, é único. Foram, no entanto, reconhecidas de 19 a 28 possíveis letras, que não têm nenhuma ligação ou correspondência perceptível com os alfabetos hoje conhecidos. Em alguns pontos encontram-se quatro palavras ou mais repetidas de forma consecutiva. Suspeita-se também que foram usados dois alfabetos complementares, mas não iguais, e que o manuscrito teria sido redigido por mais de uma pessoa. É imprescindível e significativo lembrar que a total falta de erros ortográficos perceptíveis, de pontos riscados ou apagados, ou hesitações, é estranha, pois tais falhas sempre ocorreram em todos os manuscritos que já foram localizados e analisados.
Rudy Eugene (esquerda), ao lado de sua vitima Ronald Poppo.
O homem baleado pela polícia, enquanto devorava o rosto de um
morador de rua em uma rua de Miami, foi drogado sem seu conhecimento ou
vítima de um feitiço vodu, declarou sua namorada nesta quinta-feira ao
jornal Miami Herald.
"Eu não sei como explicar tudo isso de outra
forma", disse a jovem, que testemunhou de forma anônima ao jornal, e
que afirma que não acreditava em vodu até o incidente envolvendo o
namorado Rudy Eugene, de origem haitiana, de acordo com a imprensa
americana.
Segundo ela, seu namorado, chamado por ela de "meu bebê, coração",
fumava maconha regularmente, mas tentava parar e nunca tinha
experimentado drogas mais fortes.
A jovem também o descreveu como um
homem piedoso e que nunca foi violento. Contudo, de acordo com
relatórios da polícia citados pelo jornal Miami Herald, em 2004 ele chegou a ameaçar a mãe e quebrar seus móveis durante uma discussão.
A mãe, entrevistada pela emissora de televisão local CBS-4 e
também citada pelo jornal, assegura que seu filho "não era um
delinquente". "Todo mundo diz que era um zumbi, mas eu sei que não é
verdade. É o meu filho", declarou Ruth Charles.
Ainda internado em estado grave em um hospital de Miami, a vítima de
Rudy Eugene, Ronald Poppo, era um estudante brilhante de Nova York antes
de se tornar alcoólatra e ir parar nas ruas, de acordo com uma de suas
irmãs entrevistada pelo canal WFOR-TV. Sua família perdeu o contato com ele há anos, disse. "Nós pensávamos que ele estava morto", acrescentou.
Rudy Eugene foi morto no sábado, no início da tarde, embaixo de uma
ponte no centro de Miami enquanto devorava o rosto de Ronald Poppo.
O
crime, cujos detalhes foram muito comentados nas redes sociais nos
Estados Unidos, pode estar ligado ao consumo de uma nova droga
sintética, segundo a polícia.
Imagine você ver seu parente ser enterrado. Se despedir, chorar e
lamentar a morte de alguém que gostava tanto. Os anos passam e a dor
diminui, mas o inacreditável acontece e 18 anos depois este seu parente
que você viu ser enterrado reaparece e diz que foi vítima de um
feiticeiro que o transformou em zumbi! Calma, a história é verdadeira e
ajudou o antropólogo americano Wade Davis a identificar algumas substâncias químicas responsáveis por esta transformação.
No dia 30 de abril de 1962, Clairvius foi até o hospital Albert
Schweitzer queixando-se de dores no corpo, febre e um grande mal-estar
geral. Dois dias depois, os médicos constataram sua morte e sua irmã
assinou o atestado de óbito. Clairvius foi enterrado em 2 de maio de
1962. A morte teria sido encomendada por seu irmão, que estava de olho
em uma terra de Clairvius, a um bruxo (bokor). Só que este bruxo o
drogou e após o cerimonial, desenterrou o pobre Clairvius e o fez
ingerir uma mistura química que o transformou em zumbi. Ele foi obrigado
a trabalhar junto com outros zumbis que o bruxo tinha em uma plantação
de açúcar, até que em 1964 o bruxo morreu, e Clairvius foi lentamente
recuperando a consciência, pois não era mais administrada doses de
veneno pelo bruxo. Depois de anos vivendo como andarilho, ele voltou
para sua terra natal e sua irmã Narcisseâ o reconheceu, e ele contou sua
história.
O caso ficou famoso e despertou o interesse de
cientistas, entre eles o famoso antropólogo americano Wade Davis, que em
1982 viajou para o Haiti e fez uma investigação séria sobre o assunto,
confirmando sua veracidade e ainda mais, descobrindo as substâncias
químicas envolvidas na zumbificação.
Clairvius Narcisse ao lado que ele acredita ser
o túmulo onde ele foi enterrado.
Segundo Davi, após entrevistar diversos feiticeiros da região, verificou
que todos falavam em comum de uma espécie do peixe Baiacu. Assim, ele
descobriu que esse peixe possui no fígado e nos órgãos sexuais um
potente veneno, chamado tetrodoxina, que paralisa o sistema nervoso central e pode fazer as pessoas parecerem mortas. Outra substância usada é a bufotoxina,
encontrada em sapos, que tem efeito parecido com o da tetradoxina.
Depois, ele descobriu que os feiticeiros administravam outra substância
para manter as pessoas drogadas, e esta substância é extraída da planta Datura stramonium, uma planta com fortes substâncias psicoativas.
Wade Davis escreveu um famoso livro sobre o caso e suas descobertas, chamado "The Serpent and the Rainbow", que por sua vez foi transformado no filme "A Maldição dos Mortos-Vivos".
Por todo o Globo, estão ocorrendo relatos de sons extranhos provenientes do céu, como metal retorcido, mma das primeiras ocorrência desses sons ocorreu na Ucrânia, em meados de 2011. Durante a tarde, um barulho muito estranho poderia ser ouvido de diversos pontos de Kiev, sem ninguém saber confirmar qual a procedência. Outras demonstrações do fenômeno podem ser ouvidas em vídeos gravados na Bielorrússia, nos Estados Unidos, na Malásia, Dinamarca, entre outros.
Os sons normalmente são metálicos e trazem a sensação de serem provenientes de alguma grande máquina. Testemunhas afirmam que o som é tão alto que inclusive as janelas passam a vibrar com a frequência das ondas sonoras.
Quais poderiam ser os motivos por trás destes sons, partindo do pressuposto que são reais?
Alguns creem que estes sons são provenientes de nosso proprio planeta, decorrente da inversão de polos magneticos, com a crosta terrestre se movendo solta sobre o nucleo.
Outra explicação é a geração do campo de tesla, que se consistiria num campo eletromagnetico, que pela teoria poderia vencer a forma gravitacional terrestre.
Existem tambem as teorias do HAARP que seria um projecto para estudo da ionosfera.
Contudo eles realizam outros testes, outras aplicações como guerra electrónica, são utilizadas. O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de rádio super-potentes, concentradas num raio e aquecendo zonas da ionosfera, as ondas electromagnéticas regressão então à superfície terrestre penetrando em tudo (seres vivos ou não). Digamos que é um “aquecedor” ionosférico.
Podem modificar a composição molecular de certa região da atmosfera, dar-lhes uma predominância maior, por exemplo poderiam ampliar artificialmente as concentrações de ozono, de nitrogénio e mais gases.
As emissões de alta frequência do HAARP podem causar danos desconhecidos e gravíssimos na ionosfera, e no campo magnético terrestre.
Por meio dessas antenas Haarp ( 36 no total) podem transmitir biliões de watts de energia para a atmosfera, fazem ferver a ionosfera transformando-a numa "antena", e enviam reflexos de volta para a Terra. Enviam para o alto ondas ELF, de frequência ultra baixa, mas elas regressam em ondas longas, podem posteriormente enviar enormes quantidades de energia para onde queiram. Em breve tencionam aumentar o número de antenas, chegando às 360.
Alteração do clima:
Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima "mediante a utilização de um raio electrónico para ionizar ou des-ionizar a atmosfera sobre determinada área.
À esquerda temos uma imagem de um estranho efeito atmosférico, possivelmente um efeito de Haarp.
Influenciar o comportamento humano:
O Haarp pode inclusive influenciar o comportamento humano através de ondas de interferências magnéticas (Emi: Electro magnetic interference) , podem ainda desabilitar equipamentos de comunicação electrónicos (militares por exemplo) utilizando pulsos electromagnéticos ( EMP: electro magnetic pulse ) controlados.
Atividade solar
O Dr. Elchin Khalilov, um cientista reconhecido e renomado, confirmou que os sons estranhos não são apenas um boato e ofereceu algumas sólidas explicações, , a causa dos sons não seria o armamento HAARP, mas a influência das explosões solares e processos geológicos no interior da Terra, que sabidamente produzem ondas acústicas nas camadas mais altas da atmosfera.
Khalilov é geofísico e trabalha na área da geodinâmica e geotectônica. Basicamente, ele estuda o modo como as placas tectônicas se movem em uma escala global e as principais dinâmicas dos terremotos e das forças geológicas.
Em uma entrevista recente para o “GeoChange Journal“, o Dr.Khalilov foi questionado sobre os sons estranhos que muitas pessoas reportaram nos últimos meses. Aqui está um fragmento da entrevista:
Pergunta: Sr. Khalilov, qual é a natureza dos sons graves e estranhos reportados por um grande número de pessoas em diferentes partes do mundo desde meados de 2011? Muitos os chamaram de “Sons do Apocalipse”. As informações sobre isto vêm de todo o mundo: EUA, Grã-Bretanha, Costa Rica, Rússia, República Tcheca, Austrália, etc. Resposta: Analisamos os registros desses sons e descobrimos que a maior parte do espectro da frequência sonora está dentro do intervalo do ultrassom, isto é, não são sons audíveis ao ser humano. O que as pessoas estão ouvindo é somente uma pequena fração da potência real desses sons. São emissões acústicas de baixa frequência, no intervalo de 20-100 Hertz, moduladas por ondas infrasônicas ultrabaixas de 0.1 a 15 Hz. Em Geofísica, elas são chamadas de ondas de gravidade e ondas acústicas; elas são formadas na parte superior da atmosfera, particularmente no limite entre a atmosfera e a ionosfera. Podem existir muitas causas para essas ondas serem geradas: terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis, etc. Entretanto, a escala do som de zumbido observado, tanto em termos da área coberta e em sua potência, excede em muito aquelas que podem ser geradas pelos fenômenos que acabei de mencionar.
Pergunta: Neste caso, o que poderia estar causando esse zumbido que vem do céu? Resposta: Em nossa opinião, a origem dessas poderosas e imensas manifestações de ondas de gravidade e ondas acústicas deve necessariamente ser processos de energia em escala muito grande. Esses processos incluem poderosas explosões solares e as imensas liberações de energia produzidas por elas, vindo rapidamente à superfície da Terra e desestabilizando a magnetosfera, a ionosfera e a camada superior da atmosfera. Assim, os efeitos das poderosas explosões solares: o impacto de ondas de choque do vento solar, nuvens de corpúsculos e explosões de radiação eletromagnética são as principais causas da geração das ondas de gravidade e ondas acústicas que ocorrem após o aumento da atividade solar.
Dado o surto na atividade solar, conforme ela se manifesta no número mais alto e na energia das explosões solares desde meados de 2011, podemos assumir que há uma alta probabilidade de impacto do substancial aumento na atividade solar sobre a geração do zumbido estranho que vem do céu. É preciso salientar que essa atividade solar começou a aumentar intensamente desde o início de 2011, com sua amplitude significativamente mais alta que todas as previsões feitas por diversas instituições científicas influentes em 2010 e 2011. Enquanto isso, o aumento observado na atividade solar é totalmente consistente com a previsão do Comitê Internacional GeoChange, publicado no Relatório do Comitê em junho de 2010. Se esse crescimento da atividade solar continuar, sua amplitude, por volta do fim de 2012 será a mais alta que a amplitude do vigésimo terceiro ciclo solar e, em 2013-2014, a atividade solar alcançará seu pico, cuja amplitude foi predita por nós em 1,5 a 1,7 mais alta do que a amplitude do vigésimo terceiro ciclo.
Pergunta: Mas, o Sr. disse que a causa do “zumbido celeste” pode também estar dentro do núcleo da Terra. O que isto significa? Resposta: Há mais uma causa possível para esses sons e ela pode estar no núcleo do planeta. O fato é que a aceleração do deslocamento do polo magnético norte da Terra, que aumentou mais de cinco vezes entre 1998 e 2003, e está no mesmo nível hoje aponta para a intensificação dos processos de energia no núcleo da Terra, pois são processos no interior e no exterior do núcleo que formam o campo geomagnético da Terra. Enquanto isto, como já reportamos, em 15 de novembro de 2011 todas as estações geofísicas Atropatena, que registram as variações tridimensionais do campo gravitacional da Terra, registraram quase que simultaneamente um poderoso impulso gravitacional. As estações estão localizadas em Istanbul, Kiev, Baku, Islamabad e Yogyakarta, com a primeira e a última separadas por uma distância de aproximadamente 10 mil quilômetros. Esse tipo de fenômeno somente é possível se a fonte dessa emanação estiver no nível do núcleo da Terra. Essa imensa liberação de energia a partir do núcleo da Terra no fim do último ano foi algum tipo de sinal de partida para indicar a transição da energia interna da Terra em uma nova fase ativa.
A intensificação dos processos de energia no núcleo da Terra pode modular o campo geomagnético, o que, por meio de uma sequência de processos físicos na ionosfera - na fronteira da atmosfera, gera as ondas de gravidade acústica na faixa de frequência audível que foram reportadas pelas pessoas na forma de um som amedrontador de baixa frequência, em diferentes partes do planeta.
Em ambos os casos, mesmo que as causas das ondas de gravidade e das ondas acústicas sejam de uma natureza geofísica bastante compreensível, elas indicam significativos aumentos esperados na atividade solar e na atividade geodinâmica do nosso planeta. Não existem dúvidas que os processos no núcleo controlam a energia interna da Terra. Portanto, devemos esperar por volta do fim de 2012 um aumento acentuado na ocorrência de fortes terremotos, erupções vulcânicas e eventos climáticos extremos, com níveis de pico de 2013 a 2014.